Leia e pesquise sobre a América Latina e o Caribe

 

Além da revista Nossa América/ Nuestra América, o CBEAL edita textos importantes da produção latino-americana nos campos das artes, humanidades, ciências e letras

O Departamento de Publicações do Centro Brasileiro de Estudos da América Latina, deste Memorial, publica ensaios críticos de estudiosos, pesquisadores, escritores e artistas e, dessa forma, promove um amplo debate sobre a diversidade cultural e questões emergentes na América Latina. A maioria das publicações é resultado de editais de pesquisa, seminários, cursos e palestras organizadas pelo CBEAL e nossos parceiros.  As obras publicadas pelo CBEAL ao longo do tempo foram distribuídas gratuitamente e hoje podem ser consultadas nas bibliotecas públicas.

A seguir, uma lista de livros físicos publicados pela editora do Memorial, que podem ser consultados na própria Biblioteca Latino-Americana do Memorial, entre outros lugares. Vários deles têm a versão digital disponível nsta página e na online na plataforma Sophia da nossa biblioteca (https://biblioteca.sophia.com.br/6350/).

Aids, na rota da esperança, organização Cremilda Medina. Profissionais das áreas de saúde e comunicação, depoimentos e uma pesquisa intensa mostram o drama dos pacientes e discutem a vulnerabilidade feminina à infecção pelo vírus HIV.

Liberdade de expressão, organização Cremilda Medina (2010). Publicação dos textos que resultaram do seminário Liberdade de Expressão/Direito à Informação nas Sociedades Contemporâneas da América Latina.

Agora é a minha vez, de Edmundo Desnoes. Epílogo do romance Memórias do Desenvolvimento, do mesmo autor cubano. Os dois livros foram traduzidos para o português e publicados no Brasil pela primeira vez por iniciativa do Memorial da América Latina.

Povo & Personagem – Sociedade, cultura e mito no romance latino-americano, organização Cremilda Medina (2008). Uma análise original sobre a relação entre a realidade social, cultural e mítica dos povos latino-americanos e as narrativas ficcionais da região.

Vargas e Perón – Aproximações & Perspectivas, organização Maria Lígia Prado (2009). Diversos autores brasileiros e argentinos (Félix Peña, Bernardo Ricúpero, Carlos Guilherme Mota, Torcuato di Tella e Gustavo Castagnola, entre outros) dialogam sobre a experiência de cada país.

@Galería Alegría. Glauco Mattoso. Poemas escritos em espanhol pelo grande poeta brasileiro, expoente da poesia marginal dos anos 1970.

Presidentes e o Mercosul – reflexões sobre a integração, organização Fábio Magalhães (2002). A História da formação do Mercosul contada pelos seus protagonistas. Depoimentos de Julio María Sanguinetti (ex-presidente uruguaio), Raúl Alfonsín (ex-presidente argentino), Eduardo Frei (ex-presidente chileno) e José Sarney (ex-presidente brasileirio).

Perfis buarqueanos. Ensaios sobre Sérgio Buarque de Holanda, organização João Ricardo de Castro Caldeira (2005). Coedição com a Imprensa Oficial a partir de seminário comemorativo o centenário de nascimento de Sérgio Buarque de Holanda. Textos de Antonio Candido, Marlyse Meyer, José Sebastião Witter, Marta Rossetti Batista e Antonio Arnoni Prado.

Mário Pedrosa 100 anos. Registro de mesa redonda realizada pelo Memorial em homenagem ao centenário de nascimento do crítico Mário Pedrosa (2000). Coordenação editorial Fábio Weintraub, textos de Aracy Amaral, Daisy Peccinini, Ferreira Gular, José Castilho, Lélia Abramo e Otília Arantes.

Dono meu. Sonetos eróticos. Salvador Novo. Tradução Glauco Mattoso. Novo é um poeta mexicano que, simultaneamente ao modernismo brasileiro, revitalizou a poesia latino-americana por meio da vanguarda literária conhecida por ultraísmo.

 Mário na Lopes Chaves. Cristiane Yamada Camara (1996). A autora revela a importância que a casa de Mário de Andrade, na rua Lapes Chaves, teve na vida do escritor. O livro inaugurou a coleção Pesquisa, que tem o objetivo de publicar jovens pesquisadores ligados a universidades.

Arquivo do horror. Márcia Guena (1996). Coleção Pesquisa. Documentos secretos da ditadura do Paraguai, de 1954 a 1989, encontrados por acaso em uma delegacia de Assunção, em 1992, revelaram as ramificações da Operação Condor, espécie de “consórcio” entre os aparelhos de repressão dos países do Cone Sul (Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai) com o objetivo de encontrar, espionar, perseguir e “desaparecer” inimigos políticos. O Memorial publicou o primeiro livro no país sobre o assunto.

Fazer a América, organização Boris Fausto (1999). Conferências no Memorial sobre os fluxos migratórios étnicos em massa às Américas do Sul e do Norte resultou neste livro ganhador do prêmio Jabuti 2000 da Câmara Brasileira do livro.

Drogas – Hegemonia do Cinismo, coordenação Maurides de Melo Robeiro e Sérgio Dario Seibel (1997). Desdobramento de um seminário, a obra apresenta o mundo paralelo das drogas discutido por especialistas brasileiros e internacionais.

Cozinha dos Imigrantes Memórias e Receitas, organização Marina Heck e Rosa Belluzzo (1999). Coletânea de 31 entrevistas com imigrantes de nacionalidades diferentes e suas receitas típicas.

Ideias de um soldado da América para o mundo de hoje – Pensamentos de Ernesto Che Guevara, organização: Maureen Bisilliat (1999). O pensamento e a biografia da figura lendária de Che Guevara, temas da exposição 70 imagens da Revolução Cubana (1953 – 1996), exibida no Memorial no mesmo ano.